Saiba como proteger suas palavras-chave institucionais sem precisar gerar custos de mídia desnecessários.

Durante muito tempo, comprar a sua marca no Google foi uma estratégia muito comum.

 

O que poucas pessoas sabem, no entanto, é que isso não é mais necessário, tanto do ponto de vista de marketing quanto jurídico, como você irá entender melhor ao longo deste e-book.

 

Não são raras as empresas que gastam dezenas, centenas ou até milhões de reais todos os anos comprando esses termos; no entanto, a não ser que sua empresa realmente esteja esbanjando dinheiro e precise torrar caixa, não há a menor necessidade de fazer isso.

 

Esta prática difundiu-se porque pagar pelos seus próprios termos institucionais parecia a única solução para problemas como o uso destas palavras por concorrentes diretos ou para alcançar um bom ROI em Google Ads.

 

Contudo, nos últimos tempos este cenário vem mudando.

 

Empresas que estão mais avançadas na transformação digital, como o MercadoLivre, por exemplo, já compreendem que quando as pessoas pesquisam por uma marca, a venda ocorrerá de qualquer forma, seja no canal orgânico ou no pago, e que gastar dinheiro com estes termos só onera o custo de aquisição de clientes.

 

Além disso, quando se tem um bom alinhamento jurídico, é possível impedir que concorrentes comprem seu termo institucional, uma vez que há, no Brasil, uma jurisprudência que entende essa prática como concorrência desleal.

 

Ao longo deste conteúdo especial, demonstraremos que comprar a sua própria marca no Google pode significar um grande desperdício de dinheiro para a sua empresa e explicaremos, ainda, como proteger as suas palavras-chave institucionais de anúncios concorrentes sem gerar custos de mídia dispensáveis.

 

Vamos juntos?

 

Boa leitura!

 

Bruna Rodrigues

Especialista em Conteúdo